Governo Federal chega a 1.881 moradias entregues no Vale do Taquari
Contratos do Compra Assistida e do Minha Casa Minha Vida Rural foram assinados em Lajeado nesta terça-feira.
21/01/2026
Por @ClicdoVale | contato@clicdovale.com.br
Em Política

Na manhã desta terça-feira, dia 21, o secretário para a Reconstrução do Rio Grande do Sul pelo Governo Federal, Maneco Hassen, acompanhado pelo superintendente executivo da Caixa Econômica Federal no Vale do Taquari, Bernardo Magalhães Mello, participou de um ato na sede da Caixa em Lajeado para a assinatura de novos contratos habitacionais voltados às famílias atingidas pela calamidade climática de 2024.
No evento, foram assinados contratos do programa Compra Assistida para seis famílias que perderam suas casas nas enchentes, além de sete contratos do Minha Casa Minha Vida Rural (MCMV Rural) para o município de Progresso. Com estas novas assinaturas, o Vale do Taquari chega ao total de 1.881 famílias atendidas, enquanto, em todo o Rio Grande do Sul, o número de moradias entregues ou contratadas se aproxima de 10 mil unidades.
O Compra Assistida é um programa emergencial do Governo Federal, criado para dar resposta rápida às famílias afetadas pelas enchentes. Por meio da iniciativa, o governo adquire imóveis prontos, no valor de até R$ 200 mil, e os doa às famílias atingidas, sem financiamento. O programa também oferece suporte técnico para escolha do imóvel e regularização da documentação, garantindo agilidade no processo de reconstrução.
Já o Minha Casa Minha Vida Rural é voltado a agricultores familiares, trabalhadores rurais e povos tradicionais. A modalidade oferece subsídios para a construção ou melhoria de moradias no campo, de acordo com a faixa de renda anual, que pode chegar a até R$ 120 mil. Para participar, os interessados devem estar inscritos no Cadastro Único e possuir comprovação de atividade rural, como CAF ou DAP, além de estarem vinculados a uma prefeitura ou entidade organizadora.

Durante o ato, Maneco Hassen destacou o impacto social da iniciativa. “É um recomeço que visa devolver a dignidade destas famílias. Estamos muito felizes por participar desse momento que o governo do presidente Lula está proporcionando”, afirmou.
A presidente da Cooperativa Camponesa de Habitação (Cooperhab), Vanderléia Nicolini Chitto, ressaltou a importância da articulação regional para atender os pequenos agricultores. “A união e o olhar para esses trabalhadores são fundamentais. A secretaria do governo federal, por meio do Maneco, foi imprescindível na organização de todo o processo. Das 300 famílias camponesas cadastradas na região, restam apenas 66 para serem atendidas”, explicou.
Segundo Léia, as demandas começaram a ser organizadas em agosto de 2024. Cada família recebe R$ 80 mil em materiais de construção, entregues diretamente no terreno onde a casa será erguida, além da planta padrão de 63,88 metros quadrados e outros auxílios técnicos para viabilizar a reconstrução. “A união faz a força”, concluiu.
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