CERTAJA Energia recebe EPE e Sistema OCB para agenda técnica sobre comunidades energéticas

Visita realizada em Taquari reuniu informações sobre o modelo cooperativista de distribuição de energia para subsidiar estudos da Empresa de Pesquisa Energética

03/08/2026

Por @ClicdoVale | contato@clicdovale.com.br
Em Notícias Gerais

A CERTAJA Energia recebeu, no dia 29 de julho, representantes da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Sistema OCB para uma agenda técnica voltada à troca de experiências e à apresentação da estrutura operacional, do modelo de gestão e das iniciativas desenvolvidas pela cooperativa.

Participaram da programação Caroline Chantre Ramos, analista da EPE; Leyla Adriana Ferreira da Silva, da Superintendência de Meio Ambiente da EPE; e Thayná Côrtes Pereira, analista técnico e econômico do Sistema OCB Nacional.

A visita teve como objetivo reunir informações para subsidiar estudos da EPE sobre comunidades energéticas. Segundo Thayná, o modelo cooperativista está diretamente relacionado ao tema estudado.

“Como esse conceito perpassa muito pelo modelo cooperativista, viemos ao Rio Grande do Sul conhecer como funcionam as cooperativas de distribuição, seus desafios, oportunidades e alguns gargalos do setor”, explica.

Durante a programação, as representantes conheceram a história da CERTAJA Energia, sua estrutura e a operação do sistema elétrico, além das iniciativas sociais e das ações voltadas à inovação, sustentabilidade e ao desenvolvimento do cooperativismo. A agenda também incluiu uma visita ao Centro de Operações da Distribuição (COD) e almoço no Sítio Fanuel.

“Hoje a gente veio aqui conhecer um pouco sobre como a energia pode ser um vetor de desenvolvimento social e também a relação das cooperativas com os cooperados”, destaca Caroline.

Ao avaliar a experiência, Leyla ressaltou a importância do contato direto com a realidade das cooperativas.

“Aqui a gente conseguiu pegar na prática o que a gente já sabe na teoria, mas dividindo, compartilhando, participando, ouvindo. Isso faz toda a diferença para que a gente possa desenvolver estudos mais robustos, mais ligados à realidade de toda a população brasileira.”

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